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27 dez

Big Data e segurança virtual

Big Data

Vivemos a era da sociedade da informação. Milhares de dados da mais diversa natureza circulam pela grande rede. Dados de consumo, pessoais, sigilosos, senhas. O mundo conectado e digital trouxe incríveis facilidades e possibilidades. Mas também grandes riscos. Estamos todos à mercê de ataques cibernéticos e roubos digitais.

Em um mundo onde cada vez mais empresas e governo coletam informações pela teia digital, cresce a ameaça à privacidade e à segurança virtual.

Para proteger a si mesmo e a maior riqueza da atualidade, as informações de milhares de pessoas, físicas e jurídicas, é preciso investir em segurança.

Neste artigo, vamos abordar o tema para que você possa entender melhor sobre a vulnerabilidade a qual sua empresa possa estar passando e como se fortalecer e ficar pronto para a defesa.

Sociedade da Informação

As telecomunicações e a informática são as grandes responsáveis pela forma como consumimos e processamos informação, mas não as únicas, que fique claro.

O termo Sociedade da Informação surgiu junto aos grandes avanços da tecnologia no século passado e se refere a esse novo modelo de sociedade regida por dispositivos eletrônicos, internet, conexões e principalmente essa troca e tráfego intenso de dados ao redor do mundo.

Essa geração e acúmulo de dados é chamado de Big Data. E o que importa de verdade em relação a isso é o que cada empresa faz com os dados que possui. Porque eles servem para muitas coisas, como planejamento estratégico de empresas, elaboração de novos produtos, publicidade dirigida e mais uma infinidade de possibilidades.

 Porém ainda mais importante do que é feito com esses dados é como eles são (se são!) realmente protegidos. A segurança virtual é condição sine qua non para a manutenção do acúmulo e processamento desses dados.

Os riscos na coleta de dados

As pegadas na areia durante uma caminhada na praia somem pelo vento ou pelo avanço do mar. Os rastros da navegação pela internet, não. Cada clique, cada joguinho, testes, leitura, deixa muito do comportamento das pessoas na rede.

Cada cadastro, compra e “aceitação de termo de uso” gera dados importantes dos quais as empresas podem se utilizar de acordo com a recém formulada LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados.

Todas essas conexões geram riscos e abrem espaço para violação da segurança virtual. Mas ao contrário do que se pensa, nem todo ataque vem do mundo externo à sua empresa. Por vezes falhas internas e acessos maliciosos de funcionários levam a vazamentos de informações. O controle de pessoal com ingresso a dados é fundamental.

Em relação aos ataques externos, os riscos mais comuns costumam ser:

Em uma sociedade fundamentada nas conexões de rede as empresas precisam oferecer cada vez mais programas de segurança virtual para não perderem clientes.

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