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28 abr

Segurança da informação para pequenas e médias empresas

Pequenas e médias empresas

Engana-se quem pensa que a segurança digital é um assunto apenas de grandes corporações. Na verdade, em um ambiente digital tão presente nas nossas vidas, essa é uma questão que pertence a todos, desde pessoas físicas a empresas, de todos os tamanhos e segmentos.

Está no imaginário de muitas pessoas que a proteção de dados é um sistema complexo e pertencente apenas àqueles que têm muitas informações preciosas para bandidos, como bancos e operadoras de cartão de crédito. Um erro que pode se tornar um grande problema.

Todos nós estamos sujeitos a ataques de hackers e indivíduos com má intenção. Entender como esse processo funciona e os males que ele pode causar é obrigação de toda pessoa que tem atuação no mundo virtual. Uma empresa, por mais restrita que seja a sua atuação, não pode ficar de fora.

Preparamos esse artigo para que você conheça um pouco mais como proteger as pequenas e médias empresas.

O que a segurança digital pode fazer pelo seu negócio?

A proteção de dados, a fim de preservar seus valores, é o ponto de partida. Banco de dados de clientes, informações financeiras, e-mails, planilhas de produção e de custos podem ser itens cobiçados por terceiros. Se cair em mão erradas, podem causam sérios prejuízos à empresa e aos seus clientes.

São as ações de segurança digital que proverão seu negócio de confiança e integridade. Elas garantem que seus dados sejam acessados apenas pelas pessoas responsáveis e com a finalidade definida e averiguada.

Portanto, os processos que gerem os dados de sua empresa precisam ser tratados com cautela, a fim de gerar o controle necessário. A segurança da informação, quando realizada a contento, garante que a sua empresa seja certificada como um ambiente seguro. No mundo hoje, esse é um valor a ser perseguido.

PMEs (pequenas e médias empresas) precisam de segurança?

A definição de micro e pequena empresa é ampla e, muitas vezes, não há um só critério estabelecido.

A Lei Geral para Micro e Pequenas Empresas de 2006 é um bom parâmetro para começar. Ela diz que a microempresa deve ter um faturamento com teto de R$ 360 mil/ano. Até R$ 3,6 milhões temos uma pequena empresa. Grande parte das empresas do país se enquadra nesse segmento.

Em qualquer um desses casos, percebe-se que há necessidade de planejamento e controle mais racional no uso das informações. Afinal, uma perda considerável após um ataque pode representar um golpe fatal nas empresas que têm recursos mais limitados para se recuperar.

E agora com a Lei Geral de Proteção de Dados (Lei nº 13.709, de 14.8.2018), que demanda das empresas maiores responsabilidades sobre sua atuação online, existe um forte motivo para se implementar segurança de forma sustentável e continua nas PMEs.

Como se proteger?

Existem inúmeros recursos disponíveis hoje em inteligência da informação a fim de minimizar os riscos de ataque. Uso de Firewalls inteligentes de próxima geração, que funcionam como filtro e barreira de conteúdos maliciosos na rede controlando de forma eficiente os recursos e utilização da internet, é um bom começo. Mas não podemos parar por aí.

É preciso investimento sério em backups de segurança periódicos, aplicando a metodologia 3-2-1, antivírus atualizados constantemente juntamente com a gestão continua de atualização de softwares, monitoramento em tempo real com análise dos contextos em busca de suas falhas.

É preciso investimento sério em backups de segurança periódicos e em locais seguros, em antivírus atualizados constantemente e em monitoramento em tempo real com análise do sistema em busca de suas falhas.

Mas o que muitas pessoas esquecem é o treinamento de funcionários. Criar uma cultura de segurança na empresa é o primeiro passo a ser dado. Muitos dos ataques são oriundos do mal-uso da rede, quando pessoas descuidadas acessam e-mails, links e redes sociais que podem ser a porta de entrada para cibercriminosos.

Investir em treinamento para os colaboradores é uma forma de criar responsabilidade e alertá-los sobre os riscos que corremos diariamente ao manipular tantas informações digitais.

Essa conscientização também deve ser trabalhada para fortalecer senhas e restringir acessos a determinados dados. Dessa forma, fica mais difícil que criminosos tentem adentrar os sistemas a partir do descuido ou da ingenuidade de funcionários.

A segurança da informação é determinante para o bom funcionamento de qualquer empreendimento. E essa realidade não é diferente para as micros, pequenas e médias empresas.

Esta preocupação deve estar presente em todas as etapas do planejamento estratégico e deve ter regras claras sobre sua condução. Uma empresa segura contra ataques cibernéticos —mesmo de pequeno ou médio porte — garante credibilidade e confiança para clientes e parceiros de negócios. A base para o sucesso. Gostou deste artigo? Compartilhe nas suas mídias sociais para que mais pessoas aprendam como você.

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