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08 jun

Segurança na nuvem: 3 fatores para considerar

Segurança nas nuvens

O tema segurança na nuvem tem se tornado recorrente uma vez que empresas têm aderido ao serviço de armazenamento de arquivos no ambiente virtual. A computação nas nuvens tem trazido muitas vantagens às empresas, mas também preocupações em relação à segurança de seus dados e arquivos.

Embora seguro, o armazenamento na nuvem precisa ser bem compreendido tanto pela equipe de proteção quanto por todos os funcionários que dele farão uso. Assim, a cultura de proteção da empresa permanece e avança com os novos parâmetros.

Neste artigo, exploramos três fatores da segurança na nuvem que toda empresa precisa estar atenta ao optar pelos serviços. Vamos a eles.  

1. Provedores investem em segurança

A saúde dos serviços de armazenamento em nuvem depende em boa medida da reputação da empresa e das soluções que ela apresenta. É crítico, portanto, o tema segurança da informação para o bom funcionamento dos servidores virtuais. Nesse sentido, a segurança da nuvem precisa de uma atenção especial.

Migrar para a nuvem não significa abrir mão da proteção digital da empresa. Pelo contrário, os servidores são um reforço na estratégia de proteção em TI. A vantagem é que os serviços da nuvem têm sempre uma equipe dedicada às questões de segurança e investimentos constantes. A ideia é estar sempre atualizado em tecnologia e táticas de ataque e defesa para manter o serviço livre de ameaças. Isto é sempre algo desafiador para empresas que precisam de proteção, mas não têm a segurança da informação como core business.

2. Escolher o melhor modelo de gestão

O serviço de cloud computing costuma ser ofertado em três diferentes modalidades, que têm um impacto intenso na segurança de dados de uma empresa. São eles: o sistema privado, o sistema público e o sistema híbrido. Não existe um melhor que o outro, diga-se, mas apenas aqueles que mais bem se adequam às necessidades da empresa.

O sistema público é aquele em que os provedores são proprietários de toda a infraestrutura, como os hardwares, e também pela proteção. Cabe à empresa que oferta os serviços mantê-lo seguro e monitorado. Já a nuvem privada é 100% dedicada aos arquivos de uma empresa, e a infraestrutura a ela pertence. Logo, nesse modelo a empresa tem mais controle sobre as formas de implantação da segurança da informação.

No sistema híbrido, por sua vez, “o melhor dos dois mundos” é oferecido pela segurança na nuvem. O que ele oferece de fato é a flexibilidade, uma vez que permite o uso de cada sistema para o nível de segurança requerido. Assim, os arquivos são enviados para os servidores de acordo com a sua importância e o nível de proteção necessário. É uma alternativa inteligente para a otimização do serviço de cloud computing.

3. Planejamento para a migração

A migração de arquivos de um servidor físico para as nuvens requer uma boa dose de planejamento. Embora a segurança na nuvem seja constantemente aprimorada, o processo de migração pode gerar problemas. Por isso, criar um plano para essa etapa é fundamental.

Arquivos nas nuvens inauguram uma nova cultura na empresa, e a equipe deve ser treinada para manter os aspectos de segurança da informação com o novo serviço. Para tanto, é preciso entender os novos processos e o impacto na proteção dos dados. Isto feito, a migração não se resume a mover os dados, e sim manipulá-los no novo ambiente de forma mais adequada aos níveis de proteção.

A segurança na nuvem é um tema contemporâneo porque o serviço tende a se popularizar. Isso abre uma nova perspectiva de segurança da informação, uma vez que novos processos são instituídos e uma outra cultura de proteção de dados com limitação de acessos e manipulação de informações. Torna-se vital, dessa forma, avançar na adaptação da segurança da informação no serviço de computação nas nuvens.

Se você ainda tem dúvidas sobre esse tema, entre em contato e agende uma reunião.

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