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10 fev

Blockchain, uma solução para Covid-19

Após o lançamento de vacinas desenvolvidas por diversos fabricantes, a imunização em massa é o grande desafio do planeta. A distribuição das vacinas contra a COVID-19, como a que foi desenvolvida pela Pfizer e pela BioNTech, enfrenta algumas barreiras logísticas, uma vez que precisam de ser conservadas a temperaturas muito baixas.

Para dar resposta aos desafios, dois hospitais britânicos estão agora a testar um novo sistema que recorre à tecnologia de blockchain. Nesse sentido, a tecnologia vai permitir impulsionar a manutenção dos registros e a partilha de dados ao longo das cadeias de distribuição.

O aeroporto de Frankfurt, por exemplo, começou a adotar o blockchain na biovigilância para proteger dados públicos e a privacidade de quem transita. A ideia é criar uma espécie de “passaporte de saúde” para lidar com as restrições.

A tecnologia blockchain também permitiu a 17 milhões de pessoas transitar entre Macau e a província de Guangdong, na China.

As autoridades chinesas de saúde precisam verificar informações de passageiros que cruzam a fronteira, mas assim como na Europa, não deve ocorrer a troca direta de dados para que o protocolo se mantenha dentro da legislação de privacidade do país.

Por isso, o sistema de saúde chinês utiliza a tecnologia blockchain para criptografar a identificação e as demais informações pessoais e de saúde de viajantes, todas armazenadas em rede e acessadas somente por pessoal autorizado.

Isso permitiu às autoridades da China e de Macau verificar o status viral de passageiros e até mesmo se eles tiveram contato com casos de COVID-19 conhecidos pelo sistema.

No Brasil, a tecnologia de blockchain na saúde também já é uma realidade e certamente corrobora com diversas aplicações para toda a cadeia relacionada à pandemia.

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